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E quando as dores de cabeça podem indicar problemas na visão?

A dor de cabeça está entre as queixas médicas mais comuns. A cefaleia – dor crônica, casual ou pontual, envolve cabeça, crânio e couro cabeludo, afetando qualquer pessoa, não importando o sexo ou a idade. Embora seja normalmente benigna, interfere drasticamente na rotina e é capaz de reduzir a qualidade de vida.

Quando as origens da cefaleia são oftalmológicas pode acontecer por diversas razões. Mesmo porque 80% das informações que chegam ao cérebro são transmitidas por meio dos olhos. O diagnóstico normalmente inclui a avaliação do histórico médico e familiar do paciente, além de alguns exames neurológicos para descartar hipóteses de patologias graves, e outros oftalmológicos para verificar a possibilidade de óculos de grau para resolver o problema.

As dores de cabeça estimuladas por problemas de visão geralmente têm três causas:
1) Alterações orgânicas que produzem algum incômodo nas órbitas oculares e seus anexos. As camadas externas do globo ocular (córnea e conjuntiva), por exemplo, são extremamente sensíveis à dor, então qualquer cisco ou lesão pode provocar reações dolorosas, inclusive dor de cabeça. Nestes casos, deve-se lavar bem os olhos com água limpa e abundante.
2) Esforço visual que surge com o excesso de trabalho e só melhora com o devido descanso. É menos comum em crianças menores de sete anos de idade e mais frequentes em adultos depois dos 40, que sofrem comumente de “vista cansada”. As dores de cabeça, neste caso, concentram-se na região frontal e superciliar.
3) Erros de refração como hipermetropia, miopia, astigmatismo e presbiopia podem provocar cefaleia. Nesses casos, também há esforço visual – não como consequência do excesso de trabalho, mas como uma tentativa de enxergar melhor, aproximando ou apertando os olhos para visualizar o objeto. Nesses casos o oftalmologista estuda a hereditariedade do paciente, já que este é um dos principais fatores de risco dos problemas de refração. Em seguida, o especialista confirma o diagnóstico quando aplica os testes de refração que o ajudam a prescrever o grau dos óculos que o paciente precisa usar para corrigir seu problema e acabar com suas dores de cabeça.

No mais, mantenha a saúde dos seus olhos em dia. Capriche em uma alimentação rica em luteína presente em alguns frutos e vegetais (milho, abóbora, espinafre e brócolis etc), em ômega 3 e 6, sais minerais e vitamina C. Esse cardápio é capaz de reduzir o risco de degeneração macular e também protege os olhos de lesões provocadas pelos raios solares, além de melhorar a produção de lágrima.

Fonte: Medical Site